A atividade tem o objetivo de articular três eixos complementares: a genealogia do audiovisual queer brasileiro, a crítica teórica da autoria na era da IA generativa, e a análise estética de obras produzidas no cruzamento entre dissidência sexual e tecnologias algorítmicas.
A atividade tem o objetivo de articular três eixos complementares: a genealogia do audiovisual queer brasileiro, a crítica teórica da autoria na era da IA generativa, e a análise estética de obras produzidas no cruzamento entre dissidência sexual e tecnologias algorítmicas.
O objetivo é equipar participantes com um vocabulário crítico, consciência histórica e um conjunto de questões que orientarão sua experiência. Trata-se de pensar antes de gerar.
Os dez encontros trarão temas como: O que realmente muda a criação audiovisual quando sistemas generativos entram em cena? A construção da genealogia do audiovisual queer brasileiro, suas origens em disputa e seus marcos. A articulação de Butler e Preciado e a noção da autoria como prática relacional. O conceito de opacidade como contraponto ético e político e muito mais.
15, 17, 22, 24, 29 de setembro;
01, 06, 08, 15 e 20 de outubro
Das 19h às 21h
André Fischer - Criador e diretor do Festival MixBrasil de Cultura da Diversidade, Doutorando e Mestre em Imagem e Som pela UFSCar e mobilidade acadêmica na Aix-Marseille Université, com pesquisa em autoria queer no audiovisual mediado por IA. Sete livros publicados, curador em festivais e mostras no Brasil e exterior, palestrante e consultor sobre assuntos ligados às temáticas da Diversidade, IA e Comunicação Inclusiva. Colaborador de publicações nacionais, internacionais e acadêmicas relacionadas à cultura LGBTQIA+ e curadoria transmídia.
Foi diretor de Comunicação da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, coordenador do Centro Cultural da Diversidade de São Paulo, general manager da Hornet Networks, editor e publisher do portal e editora MixBrasil, apresentador e roteirista no Canal Brasil e na Radio UOL, âncora do CBN MixBrasil, colunista do MTV Notícias e da Folha de S.Paulo.
O Museu da Diversidade Sexual é um equipamento cultural da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Aqui, a arte, a memória e as vivências LGBTQIA+ são o centro. O MDS realiza exposições, projetos e mostras digitais que colocam nossas histórias em movimento. - Clique nos cards ao lado e conheça mais sobre esse espaço feito com orgulho.
No MDS, a boa gestão começa com acesso claro, ético e aberto a todos os dados institucionais.
O Museu da Diversidade Sexual oferece visitas mediadas em dois formatos: para grupos espontâneos, formados pelo público em geral, e para grupos de estudantes, em companhia de educadores. Quer viver essa experiência coletiva de troca e escuta? Veja como agendar a sua visita.
O apoio de patrocinadores é essencial para que a comunidade LGBTQIA+ tenha sua história contada, sua arte fortalecida e sua voz ampliada.
Acredita nesse movimento? Vem apoiar o MDS e fazer parte dessa construção coletiva.