A experiência propõe olhar para a cidade como um arquivo vivo, conectando corpos, territórios e os rios que permanecem sob o concreto. Experimentando o centro de São Paulo como território de memória, presença e encontro.
O nosso rolezinho de setembro propõe um percurso performativo pelo centro de São Paulo que convida o público a experimentar o centro de São Paulo como território de memória, presença e encontro.
Partindo do entorno do Museu da Diversidade Sexual, o trajeto segue em direção ao Largo do Arouche, passando por territórios e paisagens atravessados por histórias de dissidências de gênero. Ao longo do percurso, memórias de Andréa de Mayo, Brenda Lee, Cláudia Wonder e Anderson Herzer são evocadas por meio de práticas de performance, caminhada, escuta, silêncio, leitura e intervenções poéticas.
A experiência propõe olhar para a cidade como um arquivo vivo, conectando corpos, territórios e os rios que permanecem sob o concreto.
ORU KARYRY é artista visual, performer,encenador e bailarino contemporâneo. Atua na intersecção entre arte, dissidência de gênero e espiritualidade, dirigindo a Núclea de Pesquiza TranZborde. Possui graduação em Artes Visuais (FPA), em Direção (SP Escola de Teatro) e em Dança (GED/POA). Sua pesquisa atravessa memória, território e ancestralidade transcestral, com atuação destacada em projetos performativos, residências e festivais nacionais e internacionais.
Dia 26 de Setembro de 2026 (sábado), das 15h às 17h
O ponto de partida será no Museu da Diversidade Sexual | Estação república do metrô (Linha 3 e 4 do metrô) - Após passar as catracas siga em direção a saída pela rua do arouche, o museu está no mesmo corredor da bilheteria.
O Museu da Diversidade Sexual é um equipamento cultural da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Aqui, a arte, a memória e as vivências LGBTQIA+ são o centro. O MDS realiza exposições, projetos e mostras digitais que colocam nossas histórias em movimento. - Clique nos cards ao lado e conheça mais sobre esse espaço feito com orgulho.
No MDS, a boa gestão começa com acesso claro, ético e aberto a todos os dados institucionais.
O Museu da Diversidade Sexual oferece visitas mediadas em dois formatos: para grupos espontâneos, formados pelo público em geral, e para grupos de estudantes, em companhia de educadores. Quer viver essa experiência coletiva de troca e escuta? Veja como agendar a sua visita.
O apoio de patrocinadores é essencial para que a comunidade LGBTQIA+ tenha sua história contada, sua arte fortalecida e sua voz ampliada.
Acredita nesse movimento? Vem apoiar o MDS e fazer parte dessa construção coletiva.